O futuro, de urza, a deus pertence.

Em mais uma das minhas tarde melancólicas blumenauenses decidi que enfiaria a cara no MOL e deixaria de sonhar com os bons dias do papel.


O primeiro passo já dei, mas sair do Magic de mesa e ir para no famigerado Magic the Gathering Online, não é fácil.

Falta o contato com as cartas, olhar na cara do outro sujeito, essas coisas não tem preço. Porém a gente joga com as cartas que tem na mão, né?

Meu primeiro contato com o mol veio ainda no beta quando todo mundo recebia ticket de graça todo dia pra ser feliz, parei por causa do trabalho, ou estudo, ou sei lá, e quando voltei tudo tinha sumido. Claro que a wizzards não ia deixar todo mundo rico fácil né. Então ao entrar novamente depois de anos e ver que não tinha mais nada foi o fator alfa pra eu me retirar do cenário e deixar pra lá essa palhaçada. Até hoje...

Loguei lá, tudo confuso, só tem bot em todo canto, COMPRAMOS 8 CARTAS POR 1, VENDEMOS 3 CARTAS POR 1. É triste ver como as coisas funcionam no Mol, bem, não que já tenha sido diferente no Magic. As pessoas sempre lucraram em cima das outras, isso é facto, não ficção. Mas ao menos se davam ao trabalho de esconder (todos menos o Cabral).

É chato ser brasileiro e consumir coisas dos estadunidenses. É caro pra cacete. Não que eu fosse jogar todo dia um Deck selado, é praticamente o mesmo preço no mol e no papel. Uma vez por mês eu até jogava, mas vou te falar, doi ver la 25USD pra jogar o treco no pc. O fator dominante pra se jogar magic é o cheiro e o tato das cartas, sem isso, pagar R$ 50,00 por cartas virtuais parece tão... sátiro.

Bem, enquanto escrevia esse post descobri que na esquina de casa tem uma livraria onde a "piazada" se reúne pra jogar. Tchau mol.

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